
O Metrô de São Paulo demitiu hoje cinco funcionários, sindicalistas petistas no meio, que sabotaram o sistema ao perceberem que os funcionários da empresa não aderiram à greve, por percebe-la estranha aos seus interesses. Um deles, diretor do sindicato, que se chama Paulo Roberto Pasin foi quem cortou a energia na estação da Barra Funda, impedindo que os trens se movimentassem. Dois outros diretores do sindicato, Ciro Moura e Pedro Augustinelli, invadiram os túneis na estação da Sé, a mais movimentada do sistema, provocando paralisação pelo próprio sistema de segurança. Embora sejam diretores de sindicato e tenham estabilidade no emprego por isso, ela não vale diante da prática de atos criminosos.
A medida é justa, protegendo usuários e funcionários do Metrô de São Paulo de atos terroristas. Foi determinada pelo secretario dos Trasnportes de São Paulo, que se chama José Luiz Portella. Entidades de esquerda, como sempre defendendo atos criminosos, já estão se mobilizando pela readmissão dos sabotadores. Sindicato, CUT, o PT, pastorais e assemelhados já começaram a mobilização. Embora a greve não tenha ocorrido no Metrô, que se preparou informando seus funcionários o seu motivo político, essa sabotagem conseguiu atrapalhar a vida de milhões de paulistanos durante toda manhã da segunda-feira passada. Estão certas as autoridades. Pau neles, em quem acha que pode sabotar serviço público ou qualquer coisa. Que se entendam com a polícia e justiça.

criado por thomazmagalhaes
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